“Tudo que você teme, odeia ou despreza, está dentro de você mesmo”.
Tao
quinta-feira, 7 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
"O gerar de filhos físicos reais está colocado em oposição ao poder de desenvolver o filho psíquico interior, que se acredita ser imortal porque está além dos condicionamentos deste mundo, existindo, de fato, num reino diferente do universo externo ou visível".
Mary Esther Harding (1888-1971) - Médica e Analista Junguiana
Mary Esther Harding (1888-1971) - Médica e Analista Junguiana
sábado, 2 de julho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
A PORTADORA DA LUZ
Eu sou a portadora da luz
Quem tem medo da própria consciência que se afaste
Eu sou a portadora da luz
Vim para iluminar todos os recônditos da alma
Eu sou a portadora da luz
Priscila Jacewicz - 2011
Quem tem medo da própria consciência que se afaste
Eu sou a portadora da luz
Vim para iluminar todos os recônditos da alma
Eu sou a portadora da luz
Priscila Jacewicz - 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
"Never doubt that a small group of thoughtful, committed citizens can change the world. Indeed, it is the only thing that ever has". Margaret Mead
_____________________________
"Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos prestativos e responsáveis possa mudar o mundo. Na verdade é assim que tem acontecido sempre".
segunda-feira, 16 de maio de 2011
INDEPENDÊNCIA
A idéia do que é ser "homem" ou "mulher" é muito mais uma construção cultural do que uma situação que vem previamente imposta pela natureza. A cultura patriarcal teima em "naturalizar" as características que criou para definir o que considera ser homem e mulher em nossa sociedade e simplesmente "esqueceu" que o ser humano, em suas infinitas subjetividades, está muito além do binômio macho-fêmea. De acordo com seus preceitos, tudo o que se encontra fora da norma ditada por essa cultura deve ser oprimido e negado. Sendo assim, seus seguidores clamam que algumas mulheres se tornaram "excessivamente independentes" ao tentarem transgredir tais normas, porém não conseguem ver que tal ânsia por independência sempre fez parte do nosso ser. No entanto, quando algumas de nós conseguem se sobressair nesse aspecto obviamente sentem-se um pouco sós, porque na cultura em que vivemos nunca foi criado um lugar seguro para as mulheres se expressarem de forma verdadeira, jamais se valorizou a mulher independente. Ao contrário, a partir do século XX apregoou-se que a mulher pode ser independente "o quanto quiser", mas DESDE QUE não esqueça de fazer o jantar do marido, de cuidar das crianças, de não envelhecer, de não ficar feia ou gorda, de não ser chata durante a TPM, etc. Nossa cultura diz que podemos "nos emancipar" até o ponto em que não tentemos abrir mão do nosso papel de objeto-utilitário-para-machos. Esse é o limite! Se por acaso alguma mulher resolve romper com tal papel obviamente ficará sozinha, pois ninguém vai apoiá-la. Imagine, querer ser mais que um objeto! Querer ter idéias, vontade própria, pensar, ser diferente... que audácia!!! Então dizem que ela é "excessivamente independente"... Precisamos construir um novo lugar para a mulher, mas não podemos construí-lo cerceando de cara a nossa liberdade, acreditando que não podemos ser excessivamente independentes. Poderemos ser independentes o quanto quisermos, mas para isso precisamos de apoio e acolhida e, principalmente, necessitamos que as mulheres entendam que realizar a si mesma não é crime, pois antes de sermos mulheres somos seres humanos e temos tanto direito quanto os homens de nos expressarmos da forma que quisermos: tendo filhos, não tendo filhos, trabalhando feito louca naquilo que gostamos, ficando sós se nos aprouver, amando homens, amando mulheres, nos revoltando contra injustiças, incentivando nossas amigas, e principalmente, mostrando aos homens que eles não tem nada a perder com nossa independência. Muito pelo contrário, tem a ganhar pois assim talvez eles também criem coragem de descobrir verdadeiramente quem são para se realizarem plenamente e não apenas ficarem presos num papel do qual nem eles gostam mais.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
"End? No, the journey doesn't end here.
Death is just another path... One we all must take.
The grey rain-curtain of this world rolls back,
and all turns to silver glass...
And then you see it... white shores... and beyond,
a far green country under a swift sunrise."
TOLKIEN - The Lord of the Rings - The Return of the King
_____________________
"O fim? Não, a jornada não termina aqui. A morte é apenas um outro caminho... Um que todos nós devemos tomar. O véu de chuva cinzenta desse mundo se vai e tudo se torna vidro prateado... Então você vê... praias brancas... e além, um vasto campo verde sob um rápido nascer do sol."
Tolkien - O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei
quarta-feira, 6 de abril de 2011
NIE MA CIEBIE
Niewinnością białym śniegiem
Pierwsza gwiazda już na niebie
Nie ma nie ma ciebie
Ogień tańczyć zaczął już w kominie
A choinka się zieleni
Serca ludziom opromieni
Moje w kamień zmieni
Śnieg zasypał dzisiaj wszystkie drogi
Niewinnością białym płaszczem
Twoich śladów nie wypatrzę
Nie mam cię na zawsze
Hej moje góry i doliny
Widziałyście może dziś
Dokąd odszedł mój jedyny
Hej Bóg się rodzi
Moc truchleje
Nie ma nie ma ciebie
Hej moje góry i doliny
Odpowiecie może mi
Dokąd odszedł mój jedyny
Hej Bóg się rodzi moc truchleje
Nie ma nie ma ciebie
Nie ma ciebie - Kayah & Bregovic - 1999
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010

“Amor é a única maneira de captar outro ser humano no íntimo da sua personalidade. Ninguém consegue ter consciência plena da essência última de outro ser humano sem amá-la. Por seu amor a pessoa se torna capaz de ver os traços característicos e as feições essenciais do seu amado; mais ainda, ela vê o que está potencialmente contido nele, aquilo que ainda não está, mas deveria ser realizado. Além disso, através do seu amor a pessoa que ama capacita a pessoa amada a realizar essas potencialidades. Conscientizando-a do que ela pode ser e do que deveria vir a ser, aquele que ama faz com que essas potencialidades venham a se realizar.”
Viktor E. Frankl – Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração
Viktor E. Frankl – Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração
domingo, 14 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
DOR PROFUNDA
Em pleno século XXI as mulheres não só conquistaram o direito ao voto ativo como ao passivo, ao serem eleitas elas mesmas representantes do povo. Podem adquirir bens em seus nomes, ser mães sem necessariamente estar vinculadas a um homem, estudar tanto quanto seus colegas do sexo masculino, assim como virtualmente trabalhar em qualquer área que queiram. Porém, é desconcertante ver que, apesar das conquistas legais na área dos direitos humanos, do ponto de vista cultural as coisas não mudaram tanto assim. Afinal as mulheres ainda são vistas como reles objetos a serem desejados, usados e dispensados.
Nações baseadas na tão afamada “democracia” não vêem que perpetuam, através da repetição de atitudes androcêntricas e heteronormativas, a dor e o sofrimento em seus cidadãos. Evidenciando extrema contraditoriedade, suas leis clamam que “todos os cidadãos são iguais”; enquanto que sua cultura diferencia enfaticamente homens de mulheres e marginaliza aqueles que transitam entre os sexos. Qual a vantagem de uma mulher em “ter direitos” se não pode andar na rua em paz sem ouvir algum comentário atroz sobre seu corpo? De que adianta os homens reclamarem de “mulheres fúteis e superficiais” se são eles mesmos quem ridicularizam as feministas e não conseguem sustentar uma conversa com as inteligentes? Do que vale as mulheres estudarem tanto se suas idéias e ações serão depreciadas no ambiente de trabalho pelo simples fato de serem do sexo feminino? Que ganho há para um homem em ser um “exemplar pai de família”, sendo que seus apetites e prazeres só se realizam clandestinamente à noite, nos braços de uma travesti?
A história tem mostrado que o homem nunca deixou de ansiar pela igualdade desde que esta garantisse os seus direitos, e somente os seus... Pois na antiga Grécia, berço por excelência da democracia, só era considerado cidadão o homem nascido livre naquelas terras. Isso significava que mulheres, crianças, escravos e estrangeiros não tinham direitos. Mesmo a Revolução Francesa, que teve centenas de mulheres (seus nomes inscritos nas paredes do Panteão de Paris não nos deixam esquecer) lutando e morrendo ao lado de seus companheiros pela extinção das diferenças de classes sociais e visando mais tarde a igualdade entre homens e mulheres, logrou estas últimas. Porque, lembra-nos bem a historiadora Elisabeth Badinter*, uma vez que seus parceiros conseguiram o que queriam, sobraram apenas uns poucos pensadores a defender a causa das mulheres, e mesmo esses foram calados em seguida e os diretos femininos logo esquecidos.
Da mesma forma hoje, em sociedades cujos resquícios de cultura patriarcal ainda são claramente perceptíveis apesar das tentativas infrutíferas de ocultá-los, somente são considerados como tendo real valor os representantes brancos e heterossexuais do sexo masculino. Mulheres, crianças, pessoas de raças as mais variadas e sujeitos de identidade de gênero “confusa” só são reconhecidos cidadãos perante a lei quando seus direitos são exigidos através de longos e, frequentemente, traumáticos processos judiciais.
Quanto mais uma cultura é construída e reproduzida sobre as bases da diferença, mais infelizes são os indivíduos submetidos a ela. Os pais, a escola e a mídia separam tudo e diferenciam o que é “ser menino” do que é “ser menina”: meninas não devem ser moleques, meninos não podem ser sensíveis; meninas usam rosa, meninos usam azul. E assim por diante, levando essa dicotomia artificial e tirana a todas as esferas culturais, fazendo com que outras formas de ser sejam automaticamente punidas e excluídas, não sobrando espaço para a liberdade e a diversidade.
Não é de estranhar que os órgãos responsáveis pela saúde já denunciam que a doença do futuro não será o câncer ou a aids, e sim a depressão. Países que condenam o fanatismo muçulmano ao usar as mulheres como bens de troca entre pais e maridos, não vêem que tratam suas próprias representantes do sexo feminino como objetos quando permitem que veículos midiáticos reforcem e reafirmem a idéia de que as mulheres somente são alguma coisa se tiverem um dono (homem é claro) e que para terem esse dono é necessário se transformar em um objeto tão desejável quanto uma “boneca inflável” - através de intermináveis interferências cirúrgicas - ou um “bichinho de pelúcia cor-de-rosa” infantilizado e imbecilizado. E aquelas que simplesmente não aceitam se sujeitar à imperiosa limitação da condição de objeto são mal vistas e até mesmo perseguidas e marginalizadas, como se fossem aberrações, pelo simples fato de querer lembrar ao mundo que também, e antes de tudo, são humanas!
A heteronormatividade imposta pela cultura patriarcal, aliada ao consumismo estimulado pelo capitalismo, não poupa nem mesmo os homens, pois não cansa de afirmar a seu bom cidadão que ele está e sempre estará errado. Afinal, mesmo que trabalhe sete dias na semana e faça horas extras infindáveis, o infeliz nunca terá dinheiro suficiente para ter tudo o que a sociedade exige de alguém bem sucedido. Mesmo que anseie por se relacionar com uma mulher forte e inteligente, sentir-se-á inferiorizado perante ela porque nunca foi estimulado a ver as mulheres como iguais, e assim acabará por ficar com as frívolas e subservientes, pois estas representam um terreno “mais seguro”. E mesmo que tenha constituído uma família a ser invejada, ainda precisa mostrar a outros homens que é capaz de conquistar mais mulheres para provar que é um verdadeiro macho alfa.
As mulheres, apesar de cansadas da luta diária contra o ranço patriarcal e contra suas iguais alienadas que ainda acreditam na submissão aos homens, estão conquistando cada vez mais espaço e levando consigo as bandeiras de outras minorias. Elas caminham e não dão mostras de que vão parar, quem quiser alcançá-las deve correr! Os homens por outro lado, estão ficando exaustos de ter que desempenhar papéis cada vez mais exigentes e nem sempre compatíveis com seus anseios e necessidades. Alguns dizem admirar as feministas, mas não tem aparato para engendrar uma conversa à altura, o que os faz se sentirem vítimas do feminismo e de suas transformações. Outros não aceitam a emancipação das mulheres e das minorias de jeito nenhum e, por meio das formas mais violentas possíveis, deixam bem claro suas convicções. Isso tudo expõe uma única verdade: o mundo está mudando...
Mas quanta frustração e quanta dor é preciso para que a humanidade acorde do próprio pesadelo que criou e rompa com as muralhas de sua ignorância e falta de visão? Quanto tempo ainda para que todos olhem para si mesmos e para os outros e vejam apenas seres humanos no lugar de diferenças e segregação?
________________________
* BADINTER, Elisabeth. Um é o outro.
Nações baseadas na tão afamada “democracia” não vêem que perpetuam, através da repetição de atitudes androcêntricas e heteronormativas, a dor e o sofrimento em seus cidadãos. Evidenciando extrema contraditoriedade, suas leis clamam que “todos os cidadãos são iguais”; enquanto que sua cultura diferencia enfaticamente homens de mulheres e marginaliza aqueles que transitam entre os sexos. Qual a vantagem de uma mulher em “ter direitos” se não pode andar na rua em paz sem ouvir algum comentário atroz sobre seu corpo? De que adianta os homens reclamarem de “mulheres fúteis e superficiais” se são eles mesmos quem ridicularizam as feministas e não conseguem sustentar uma conversa com as inteligentes? Do que vale as mulheres estudarem tanto se suas idéias e ações serão depreciadas no ambiente de trabalho pelo simples fato de serem do sexo feminino? Que ganho há para um homem em ser um “exemplar pai de família”, sendo que seus apetites e prazeres só se realizam clandestinamente à noite, nos braços de uma travesti?
A história tem mostrado que o homem nunca deixou de ansiar pela igualdade desde que esta garantisse os seus direitos, e somente os seus... Pois na antiga Grécia, berço por excelência da democracia, só era considerado cidadão o homem nascido livre naquelas terras. Isso significava que mulheres, crianças, escravos e estrangeiros não tinham direitos. Mesmo a Revolução Francesa, que teve centenas de mulheres (seus nomes inscritos nas paredes do Panteão de Paris não nos deixam esquecer) lutando e morrendo ao lado de seus companheiros pela extinção das diferenças de classes sociais e visando mais tarde a igualdade entre homens e mulheres, logrou estas últimas. Porque, lembra-nos bem a historiadora Elisabeth Badinter*, uma vez que seus parceiros conseguiram o que queriam, sobraram apenas uns poucos pensadores a defender a causa das mulheres, e mesmo esses foram calados em seguida e os diretos femininos logo esquecidos.
Da mesma forma hoje, em sociedades cujos resquícios de cultura patriarcal ainda são claramente perceptíveis apesar das tentativas infrutíferas de ocultá-los, somente são considerados como tendo real valor os representantes brancos e heterossexuais do sexo masculino. Mulheres, crianças, pessoas de raças as mais variadas e sujeitos de identidade de gênero “confusa” só são reconhecidos cidadãos perante a lei quando seus direitos são exigidos através de longos e, frequentemente, traumáticos processos judiciais.
Quanto mais uma cultura é construída e reproduzida sobre as bases da diferença, mais infelizes são os indivíduos submetidos a ela. Os pais, a escola e a mídia separam tudo e diferenciam o que é “ser menino” do que é “ser menina”: meninas não devem ser moleques, meninos não podem ser sensíveis; meninas usam rosa, meninos usam azul. E assim por diante, levando essa dicotomia artificial e tirana a todas as esferas culturais, fazendo com que outras formas de ser sejam automaticamente punidas e excluídas, não sobrando espaço para a liberdade e a diversidade.
Não é de estranhar que os órgãos responsáveis pela saúde já denunciam que a doença do futuro não será o câncer ou a aids, e sim a depressão. Países que condenam o fanatismo muçulmano ao usar as mulheres como bens de troca entre pais e maridos, não vêem que tratam suas próprias representantes do sexo feminino como objetos quando permitem que veículos midiáticos reforcem e reafirmem a idéia de que as mulheres somente são alguma coisa se tiverem um dono (homem é claro) e que para terem esse dono é necessário se transformar em um objeto tão desejável quanto uma “boneca inflável” - através de intermináveis interferências cirúrgicas - ou um “bichinho de pelúcia cor-de-rosa” infantilizado e imbecilizado. E aquelas que simplesmente não aceitam se sujeitar à imperiosa limitação da condição de objeto são mal vistas e até mesmo perseguidas e marginalizadas, como se fossem aberrações, pelo simples fato de querer lembrar ao mundo que também, e antes de tudo, são humanas!
A heteronormatividade imposta pela cultura patriarcal, aliada ao consumismo estimulado pelo capitalismo, não poupa nem mesmo os homens, pois não cansa de afirmar a seu bom cidadão que ele está e sempre estará errado. Afinal, mesmo que trabalhe sete dias na semana e faça horas extras infindáveis, o infeliz nunca terá dinheiro suficiente para ter tudo o que a sociedade exige de alguém bem sucedido. Mesmo que anseie por se relacionar com uma mulher forte e inteligente, sentir-se-á inferiorizado perante ela porque nunca foi estimulado a ver as mulheres como iguais, e assim acabará por ficar com as frívolas e subservientes, pois estas representam um terreno “mais seguro”. E mesmo que tenha constituído uma família a ser invejada, ainda precisa mostrar a outros homens que é capaz de conquistar mais mulheres para provar que é um verdadeiro macho alfa.
As mulheres, apesar de cansadas da luta diária contra o ranço patriarcal e contra suas iguais alienadas que ainda acreditam na submissão aos homens, estão conquistando cada vez mais espaço e levando consigo as bandeiras de outras minorias. Elas caminham e não dão mostras de que vão parar, quem quiser alcançá-las deve correr! Os homens por outro lado, estão ficando exaustos de ter que desempenhar papéis cada vez mais exigentes e nem sempre compatíveis com seus anseios e necessidades. Alguns dizem admirar as feministas, mas não tem aparato para engendrar uma conversa à altura, o que os faz se sentirem vítimas do feminismo e de suas transformações. Outros não aceitam a emancipação das mulheres e das minorias de jeito nenhum e, por meio das formas mais violentas possíveis, deixam bem claro suas convicções. Isso tudo expõe uma única verdade: o mundo está mudando...
Mas quanta frustração e quanta dor é preciso para que a humanidade acorde do próprio pesadelo que criou e rompa com as muralhas de sua ignorância e falta de visão? Quanto tempo ainda para que todos olhem para si mesmos e para os outros e vejam apenas seres humanos no lugar de diferenças e segregação?
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* BADINTER, Elisabeth. Um é o outro.
domingo, 10 de outubro de 2010
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